Embora não seja tão afiado quanto a zoeira da Ubisoft contra o “homem mais patético do mundo”, Assassin’s Creed Shadows ainda é uma experiência divertida. Invadir castelos como um shinobi que adora cortar pescoços ficou incrivelmente satisfatório — especialmente agora que a série, depois de uns 300 jogos, finalmente aprendeu a fazer você descer de um prédio sem parecer um saco de batatas cainho. Que alívio, comparado aos velhos tempos em que o jogo te arremessava aleatoriamente e alertava todos os guardas num raio de 80 km.
Além disso, Shadows recriou o Japão do século XVI com um nível de detalhe impressionante. Mas, como é Ubisoft, não podia faltar aquela pitada de “futurismo esquisito”: orbes brilhantes flutuando nos pontos importantes. Escaneie um deles e desbloqueie uma página no seu códice, revelando curiosidades históricas sobre o local. Até que é uma ideia legal! Mas, pelo amor de Deus, olha só o visual disso:
Não dá para negar: a mistura de realismo histórico com esses hologramas de videogame dos anos 2000 é… peculiar. Mas, no fim das contas, o jogo entrega a dose certa de caos e beleza que os fãs esperam.
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Este artigo foi inspirado no original disponível em pcgamer.com.