Espectro de 1923 Aborda Racismo Contra Povos Indígenas

A série “1923”: Um olhar profundo sobre o Oeste Americano

A série “1923” de Taylor Sheridan, um préquel de “Yellowstone”, retrata as realidades de sobrevivência no vasto e desafiador cenário do Oeste Americano.

A série aborda as complexidades do racismo contra povos indígenas e o abuso sistemático nas escolas residenciais. Dougie Hall, que interpreta Two Spears na 2ª temporada, destaca que Sheridan explora experiências históricas reais. “Ele está disposto a falar abertamente e com honestidade sobre coisas reais e que realmente aconteceram com povos indígenas”, disse Hall à Variety na estreia de Los Angeles.

Sebastian Roché interpreta Padre Renaud, um padre violento que justifica moralmente seus atos nas escolas residenciais. “Ele é o rei de seu castelo dentro das leis de Deus”, comentou Roché. A 2ª temporada mostra o Padre Renaud perseguindo a jovem indígena Teonna, que escapou da instituição, junto ao Marechal Kent, refletindo o mal perpetuado nas escolas residenciais.

“1923” também aborda questões como as leis contra a miscigenação, que proibiam relacionamentos interraciais. Para Brian Geraghty, cujo personagem Zane na 1ª temporada é separado de sua esposa asiática, a série ressoa com a realidade atual. “1923 é como 2025 nesse sentido,” disse Geraghty.

Harrison Ford interpreta Jacob Dutton, da família central, que luta para proteger seu rancho. “Ele fará o que for preciso para sua família”, afirmou Ford. Helen Mirren também brilha como Cara Dutton, esposa de Jacob. Aminah Nieves, que interpreta Teonna, comenta sobre o impacto do papel: “Definitivamente, impactou mais a mim em nível mental e espiritual do que em qualquer outro aspecto”.

Atores da 2ª temporada ressaltam a integração na dinâmica do elenco. Jennifer Carpenter, intérprete de Mamie Fossett, destacou: “Foi o grupo mais acolhedor e trabalhador que tive o privilégio de conhecer”.

Este artigo foi inspirado no original disponível em variety.com

Deixe um comentário