O Declínio da Magia: O Novo Switch Perde o Brilho Inovador do Gaming Portátil

Sou um defensor ferrenho do PC, mas alguns consoles conquistaram meu coração ao longo dos anos: o Game Boy Advance, o GameCube e, em 2017, o Nintendo Switch. Depois de ignorar o 3DS e o Vita, o Switch me lembrou o quão mágico pode ser o gaming portátil. Ele transformou tecnologia móvel/tablet ultrapassada da década de 2010 em um fenômeno dos games, graças a um design de hardware único e jogos incríveis.

O Switch reacendeu minha paixão pela Nintendo, um entusiasmo que, infelizmente, vem se dissipando novamente diante das práticas da empresa—como sua postura agressiva contra desenvolvedores de emuladores e a abordagem antiquada de cobrar por acesso a seus jogos clássicos via assinatura.

Não sei o que a Nintendo poderia ter feito com seu próximo console além de uma atualização iterativa do Switch original, um de seus maiores sucessos. Mas, ao assistir à apresentação do novo console, meus piores temores se confirmaram: a magia se foi.

Enquanto o Switch original me ofereceu algo único em 2017, o Switch 2 se junta às últimas gerações de PlayStation e Xbox ao não trazer nada que eu já não encontre em plataformas mais abertas, como o PC—a não ser alguns exclusivos, que funcionam mais como uma imposição do que um verdadeiro atrativo.

O efeito Deck

Quando o Switch foi lançado, a Nintendo era uma underdog cujo negócio de hardware estava em risco. Ela lançou um console portátil em um mercado sem concorrência, em uma época em que muitos questionavam se os portáteis ainda tinham espaço diante dos jogos mobile.

Este artigo foi inspirado no original disponível em pcgamer.com.

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